sexta-feira, 13 de junho de 2014
Dia dos Namorados by Lilith
Dia dos Namorados passou....
Resolvi tomar meu lugar de cara metade e escrever nessa budega de uma vez. O acúmulo de pensamentos e coisas a serem compartilhadas estão prejudicando um pouco minha coerência, logo peço que me desculpem, mas vou tentar abordar um assunto de cada vez e no fim das contas contribuir no que eu puder para facilitar o relacionamento do leitor interessado.
Pra começar eu quero falar sobre os meus planos para o Valentine’s Day- não os tive.
Antes de você leitor me xingar mentalmente, pensando que não correspondo ao meu tão apaixonado esposo, quero esclarecer dizendo que é exatamente o contrário. É a primeira vez que não me sinto na obrigação de fazer algo especial ou comprar um presente ou escrever uma carta, enfim... fazer quaisquer uma dessas coisas fofas e românticas e o motivo é muito simples: fazemos isso todos os dias. Eu sinto no meu peito uma alegria diária em ser surpreendida com carinhos, mimos e declarações. E tenho a satisfação de, como esposa e dona de casa, poder presentear meu marido com pequenos cuidados e detalhes como um jantar fora de hora, uma taça de vinho, uma música, uma lingerie mais sexy ou mesmo um bilhete, um e-mail... Temos nossos momentos, nossos sussurros e sorrisos cheios de cumplicidade e dias repletos de amor e desejo bem expressado, bem falado, cantado, declamado e até mesmo dito em silêncio entre olhares e toques. Sendo assim, o dia dos namorados pra mim é só mais um dia... e por mais clichê que pareça , a mais pura verdade é que comemoramos nosso relacionamento todo dia.
Mas veja bem, caro leitor(a) não estou sendo hipócrita. Existem sim brigas, desentendimentos e discussões. Há dias cheios de mau humor e momentos em que parece que simplesmente falamos linguas diferentes, mas é nesses momentos que aproveitamos para obter um certo espaço, para pensarmos nas questões que nos cercam, nas afinidades e disparidades. É quando fica evidente o quanto somos diferentes e onde nosso amor engrandece, pois enxergamos nossa maturidade e tolerância um com o outro. É onde a educação familiar e os valores enraizados pesam e apelamos para o respeito que é devido entre qualquer ser humano que se relacione com outro ser, para não passarmos dos limites. Sim, também perdemos a cabeça e não é só de amor ou prazer.
Acho que é exatamente isso que torna tão belo o relacionamento afetivo entre as pessoas. Tornando um pouco mais abrangente nosso papo, é muito interessante observar o relacionamento das pessoas à minha volta: casamentos, namoros, amizades coloridas, inimizades e casais ainda flertando um com o outro.
Um fato que muito me surpreende até hoje é como as pessoas mentem sobre si mesmas para seu par ou pretendente. Aliás, esta é, na minha opinião a razão do fim prematuro de tantos relacionamentos. As pessoas apresentam um personagem ou somente qualidades, procuram omitir seus defeitos, dirfarçar suas vontades verdadeiras e adaptar-se a um equilíbrio favorável. A intenção nem sempre é das melhores, e muitas vezes somos enganados ou iludidos, enredados em verdadeiras tramas mexicanas ao nos apaixonarmos por alguém que de fato não conhecemos. É o que facilita a minha vida e minha relação com as pessoas e principalmente com meu marido. A partir do momento que não minto sobre quem sou ou o que realmente quero, eu tenho a certeza de que o amor que ele sente por mim é real e quase palpável de tão sólido. Eu perco os temores e as inseguranças que geralmente permeiam a mente das pessoas que se escondem sob maquiagem, falsos gostos e escolhas manipuladas para agradar o outro. Eu consigo manter o equilíbrio entre o que eu desejo e o que ele deseja, sendo verdadeira e tendo a coragem de ouvir um não ou tendo de lidar com uma possível desaprovação. Ainda sim, a relação segue leve e livre de surpresas e acidentes de percurso causados por “boas intenções.
Pra encurtar o assunto por hora, a dica do dia é essa e embora parece extremamente simples, não é: SEJA VOCÊ MESMO!. Na próxima postagem, dissertarei sobre a complexidade de respeitar o nosso EU, diante da necessidade de manter um relacionamento.
Lilith.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Pata de galinha não mata pinto
Foi aprovada ontem, 21/05/2014 a lei apelidada de "Lei da Palmada", que proíbe quaisquer tipos de castigo físico, tortura ou tratamento humilhante..
A minha opinião sobre isso é muito simples.
Existem de fato pais que torturam seus filhos, e lhes impõe castigos físicos dignos que prisão, mas criar uma lei que torne a criança intocável não soluciona o problema. Muito pelo contrário, cria um novo.
A palmada existe desde sempre, e é sabido que uns tapas corretivos não matam ninguém, e nem formam adultos traumatizados.
Por isso, eu posso até vir a ser penalizado dentro da lei, mas não aceito ver um filho desrespeitando um pai e ficando impune. Essa impunidade gera o desrespeito, e isso sim formará adultos que não conhecem seus próprios limites.
A juventude já vai mal das pernas, devido ao grande número de pais irresponsáveis, que põe filhos no mundo apenas pra aumentar o valor do "Bolsa Família", e o governo ainda torna intocáveis as crianças? Sinto muito, mas não na minha casa.
Não sou a favor de nenhum exagero, tá? Só pra deixar claro! Mas no meu entendimento, assim como eu apanhei da minha mãe e não morri, minha filha não vai morrer nem virar delinquente por causa de uns tapas da mãe dela não.
Obrigado por lerem...
Diih
A minha opinião sobre isso é muito simples.
Existem de fato pais que torturam seus filhos, e lhes impõe castigos físicos dignos que prisão, mas criar uma lei que torne a criança intocável não soluciona o problema. Muito pelo contrário, cria um novo.
A palmada existe desde sempre, e é sabido que uns tapas corretivos não matam ninguém, e nem formam adultos traumatizados.
Por isso, eu posso até vir a ser penalizado dentro da lei, mas não aceito ver um filho desrespeitando um pai e ficando impune. Essa impunidade gera o desrespeito, e isso sim formará adultos que não conhecem seus próprios limites.
A juventude já vai mal das pernas, devido ao grande número de pais irresponsáveis, que põe filhos no mundo apenas pra aumentar o valor do "Bolsa Família", e o governo ainda torna intocáveis as crianças? Sinto muito, mas não na minha casa.
Não sou a favor de nenhum exagero, tá? Só pra deixar claro! Mas no meu entendimento, assim como eu apanhei da minha mãe e não morri, minha filha não vai morrer nem virar delinquente por causa de uns tapas da mãe dela não.
Obrigado por lerem...
Diih
Bem Vinda, Maria Isabel!
Gente, minha princesinha nasceu!
Ela se chama Maria Isabel, e é o ser mais lindo que já viveu!
Sabem? Antes de eu ter minha filha, ouvi inúmeras pessoas me dizendo que depois que se tem filhos, não se dorme mais, e eu sempre achei que fosse zuação ou forma de falar... Contatei que NÃO É! É bem real e literal a coisa!
A criança troca o dia pela noite, então quando eu estou no trabalho, ela dorme o dia inteiro, e quando eu to em casa, ela fica acordada quase que direto. Rstam uns poucos minutos pra dormir, mas a gente fica acabado!!!
Será que com o passar dos anos esse quadro melhor?
Bom... as mesmas pessoas j´ame disseram que a tend~encia é só piorar.
Se eu ainda estiver aqui, lhes digo a resposta daqui a alguns anos.
Enquanto isso, contemplem a foto da minha princesinha ae! kkkkkkkkk
Muito obrigado, amigos.
Diih

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